De onde vêm as boas ideias?

Steven Johnson desmistifica a imagem de “eureka” que temos sobre grandes ideias num livro gostoso de ler e cheio de referências.

De onde vêm as boas ideias?

Steven Johnson - De onde vêm as boas ideias?

Não é de hoje que o conceito de “eureka” vem sendo associado à grandes inventos e inovações tecnológicas. A ideia de um pensador confinado tendo uma súbita iluminação divina além de ser mais romântico valoriza mais tanto a ideia quanto seu idealizador.

Em seu livro “De onde vêm as boas ideias?” Steven Johnson põem abaixo este conceito, apresentando diversos exemplos de ideias e inovações que foram concebidas a partir da troca de informações com vários indivíduos durante um longo período de tempo.

Para o autor boas ideias nascem da colisão de duas ideias menores, incompletas, que ganham robustez quando se encontram. Esta colisão de ideias só é possível a partir de três elementos essenciais:

  1. Repertório de informações
  2. Troca de informações com a rede de relacionamentos
  3. Tempo de maturação

Uma grande ideia nasce a partir de um protótipo construído com informações do repertório pessol do autor. A troca de informações permite que a ideia ganhe corpo, agregando mais informações a este protótipo. Com o passar do tempo a ideia aperfeiçoa-se, ganhando informações, detalhes e recursos suficientes para atingir o status de uma “boa ideia”.

Excelente leitura! Vale a pena conferir.

REFERÊNCIA

JOHNSON, Steven. De onde vêm as boas ideias. Rio de janeiro: Zahar, 2011.

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JediCon PR 2011

Não perca o maior evento estadual para os fãs de Star Wars.

JediCon PR 2011

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O time da CiberGeek fará a cobertura do evento. Não perca!

Sábado 08/10/11 às 10h00
Shopping Omar
Rua Comendador Araújo, 268 – Centro – Curitiba – PR
http://www.cjpr.com.br/p/jedicon-pr-2011.html

Mention Map – Gráfico de mentions do Twitter

A popularidade de um usuário em um grupo pode ser mensurado à partir das menções deste na rede. Você conhece o Mention Map?

Mention Map

Mention Map - Twitter

O Mention Map é uma aplicação que mapeia as conexões da rede de usuários no Twitter e apresenta um diagrama com a contagem de mentions e de hashtags mais comuns.

O gráfico do Mention Map desdobra-se como uma rede neural, revelando os vários níveis de conexão e o alcance das palavras-chave, ideal para mensurar o impacto de uma hashtag.

Ao clicar em um usuário, ou em uma hashtag, o mapa se expande revelando um novo nível da rede.

Clique aqui, acesse o serviço e confira sua nuvem de mentions!

Visual Complexity – Gráficos para análise de Mídias Sociais

Você conhece o Visual Complexity? O Visual Complexity é uma coletânea de APIs para análise de redes e mídias sociais.

TouchGraph - Facebook

TouchGraph - Facebook

Não basta estar presente nas redes e nas mídias sociais. É necessário mensurar e analisar as interações dos usuários. O Visual Complexity é um site que reúne diversas API de análise de rede e mídias sociais, oferecendo soluções de gráficos relacionais, diagramas de interação e métricas de usuários.

No site existem ferramentas específicas para a análise de redes sociais como o Facebook e o Twitter, ideal para a obtenção de informações à partir dos próprios serviços, apresentando a informação através de gráficos interativos.

Dentre as ferramentas disponibilizadas pelo site estão o Facebook Visualiser e o Touch Graph, APIs que possibilitam a obtenção de informações da rede de usuários do Facebook e de suas conexões, ideal para aqueles que precisam fazer uma análise de sua rede, ou uma pesquisa nestas mídias.

Acesse o site e confira os diversos serviços oferecidos.

Google ChartTool – Ferramenta para criação de Gráficos

Gráficos em linha, coluna, bolhas, geográficos, radar e diagrama de Venn. Conheça a ferramenta de criação de gráficos do Google.

Google ChartTool

Google ChartTool

Existem diversas ferramentas para a geração de gráficos convencionais, como as do pacote do Microsoft Office. O Google disponibiliza sua API chamada Google ChartTool. Com esta aplicação é possível criar gráficos: pizza, colunas, linhas, radar, diagamas de Venn, bolhas, geográficos, códigos QR e o Google Meter.

Além da criação e exportação dos gráficos para uma imagem PNG também é possível incorporá-los em páginas HTML.

Clique aqui e acesse o Google ChartTool.

Graphviz – Criação de Mapas Conceituais

Nossa cognição opera por associações semânticas. As experiências são convertidas em signos, que por sua vez são expressos através da linguagem.

Mapa Conceitual

Mapa Conceitual

Os mapa conceituais são representações gráficas de nossa estrutura cognitiva. Servem para organizar linhas de raciocínio e pensamentos. Diferente das representações em tópicos, ou em lista, os mapas conceituais possibilitam expressar a relação entre os conceitos (signos).

Existem diversas ferramentas que possibilitam a criação de mapas conceituais. Hoje postaremos o Graphviz, uma ferramenta opensource que possibilita a criação de diversos tipos de gráficos relacionais a partir de uma entrada em formato texto.

Dentre as possibilidades permitidas pelo Graphviz estão teias semânticas, gráficos de processos, fluxogramas e outros diagramas relacionais.

Clique aqui e faça o download do Graphviz.

__________
REFERÊNCIAS

GRAPHVIZ. Graph Visualization Software. Disponível em: <http://www.graphviz.org>.

TAVARES, Romero. Construindo Mapas Conceituais. Disponível em: <http://www.cienciasecognicao.org/pdf/v12/m347187.pdf>.

WIKIPEDIA. Mapa Conceitual. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Mapa_conceitual>.

Script para revelar URL oculta

Diversos sites utilizam uma página intermediária que esconde o link do download até você preencher seu número de telefone. Como burlar isso?

crackURL

crackURL

As páginas protetoras de link são a pior invenção que alguém já fez. Ao baixar aquele filme, jogo ou arquivo, ao invés de ser direcionado para o link do download no Megaupload a página te envia para uma cadastro telefônico para download de toques e para direcionar para a próxima página você tem que preencher e validar o cadastro. Como burlar esse sistema?

Segue abaixo um código em JavaScript que procura a URL do download, enviada via método GET em um atributo ‘url’ na url da página de cadastro. O script varre a string da URL a procura do trecho ‘url=’ e seleciona tudo que vem após este trecho, em seguida o código direciona para o link correto. Segue o código:

crackURL v1.1 – versão atualizada: identificação de URL oculta e URL invertida.

javascript:
	var url='';
	var currentPage=window.location;
	var cur=currentPage.toString();
	var checkLink=cur.search('url=');
	if(checkLink>0){
		var contentURL=cur.split('url=');
		var size=contentURL[1].length;
		if(contentURL[1].search('http://')<=-1){
			for(n=0;n<size+1;n++){
				url+=contentURL[1].charAt(size-n)
			}
		}else{
			url=contentURL[1]
		};
		var checkGo=confirm('Gostaria de ir para a URL:'+url+'?');
		if(checkGo){
			window.location.href=url
		}
	}else{
		alert('Esta página não possui uma URL escondida, 
                ou utiliza um método não previsto!')
	}

Copie o código abaixo, crie um novo favorito e cole este script no endereço, ou cole este script na barra de endereços do seu navegador:

javascript:var url='';var currentPage=window.location;var cur=currentPage.toString();var checkLink=cur.search('url=');if(checkLink>0){var contentURL=cur.split('url=');var size=contentURL[1].length;if(contentURL[1].search('http://')<=-1){for(n=0;n<size+1;n++){url+=contentURL[1].charAt(size-n)}}else{url=contentURL[1]};var checkGo=confirm('Gostaria de ir para a URL:'+url+'?');if(checkGo){window.location.href=url};if(!cur.search('url=')){alert('Este link não possui uma URL interna!')}}else{alert('Esta página não possui uma URL escondida, ou utiliza um método não previsto!')}

crackURL v1.0 – versão inicial simplificada.

javascript:
	var url = '';
	var currentPage = window.location;
	var cur = currentPage.toString();
	var contentURL = cur.split('url=');
	var size = contentURL[1].length;
	for(n = 1; n<size; n++){
		url += contentURL[1].charAt(size-n);
	}
	window.location.href = url;

Crie um novo favorito em sua Barra de Favoritos e insira este código. Ao acessar a página que contém o link escondido basta clicar no código que você salvou na Barra de Favoritos.

(*) Note que ‘javascript:’ na primeira linha do código serve para criar um link que ative o script JavaScript.

Livros de Cibercultura e Artigos de Cibercultura

“Não há mais autor, original e obra, apenas processos abertos, coletivos e livres” (André Lemos)

Confira abaixo uma coletânea de livros e artigos de cibercultura, comunicação e novas tecnologias e também artigos científicos sobre cibercultura, comunicação e novas tecnologias. Esta coletânea será atualizada sempre que um novo artigo ou e-book for disponibilizado. Seguem abaixo os artigos, por ordem alfabética do sobrenome do autor:

AMARAL, Adriana; RECUERO, Raquel; MONTARDO, Sandra (orgs.). Blogs.com: estudos sobre blogs e comunicação. São Paulo: Momento Editorial, 2009. [Baixar e-book]

ANDERSON, Chris. A Cauda Longa. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. [Baixar e-book]

BOURDIEU, Pierre. Economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 2007. [Baixar e-book]

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede – volume I: A era da informação: economia, sociedade e cultura. 8. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999. [Baixar e-book]

CAVALLINI, Ricardo; XAVIER, Léo; SOCHACZEWSKI, Alon. Mobilize. 1. ed. São Paulo: Ed. dos Autores, 2010. [Baixar e-book]

FEEVALE. Anais do II Seminário de games, comunicação e tecnologia. Disponível em: <http://aplicweb.feevale.br/site/files/documentos/pdf/28269.pdf>.

FLUSSER, Vilém. Do inobjeto. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/cap/ars8/flusser.pdf>.

______. Da gula. Disponível em: <http://textosdevilemflusser.blogspot.com/2008/08/da-gula.html>.

______. Filosofia da Caixa Preta. São Paulo: HUSITEC, 1985. Disponível em: <http://pt.scribd.com/doc/16343457/Vilem-Flusser-Filosofia-da-Caixa-Preta>.

JOHNSON, Steven. Cultura da Interface. Rio de Janeiro: Jorge Zahar , 2001. [Baixar e-book]

______. De onde vêm as boas ideias? Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2011. Disponível em: <http://www.zahar.com.br/doc/t1384.pdf>.

KAMPER, Dietmar. As máquinas são tão mortais quanto as pessoas. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/nucleos/filocom/traducao9.html>.

LEMOS, André. CIBER-CULTURA-REMIX. Disponível em: <http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/remix.pdf>.

LEMOS, André. CIBERCULTURA. Alguns pontos para compreender a nossa época. Disponível em: <http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/cibercultura.pdf>.

LEMOS, André. Cibercultura e Mobilidade. A era da Conexão. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2005/resumos/R1465-1.pdf>.

LEMOS, André. Cibercidades. Disponível em: <http://unpan1.un.org/intradoc/groups/public/documents/ICIEPA/UNPAN005410.pdf>.

LEMOS, André. Jogos Móveis Locativos. Cibercultura, espaço urbano e mídia locativa. Disponível em: <http://www.andrelemos.info/artigos/jogoslocativos.pdf>.

LEMOS, André. Mídia Locativa e Territórios Informacionais. Disponível em: <http://culturaderede.pbworks.com/f/midia+locativa_andre+lemos.pdf>.

LEMOS, André. Nova Esfera Conversacional. Disponível em: <http://www.andrelemos.info/artigos/NovaEsferaConversacional.pdf>.

LÉVY, Pierre. O que é o virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996. [Baixar e-book]

LIPOVETSKY, Gilles. Somos hipermodernos. Disponível em: <http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/cibercidades/lipovetsky.pdf>.

MAFFESOLI, Michel. O Tempo das Tribos: O declínio do individualismo nas sociedades de massa. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998. [Baixar e-book]

PEREIRA, Vinícius Andrade. As tecnologias de comunicação como gramáticas: meio, conteúdo e mensagem na obra de Marshall McLuhan. Disponível em: <http://galaxy.intercom.org.br:8180/dspace/bitstream/1904/17785/1/R1686-2.pdf>.

PRIMO, Alex. O aspecto relacional das interações na Web 2.0. Disponível em: <http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/web2.pdf>.

PRIMO, Alex. Conhecimento e interação: fronteiras entre o agir humano e inteligência artificial. Disponívem em: <http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/conhecimento_interacao.pdf>.

RECUERO, Raquel. Redes sociais na internet. Porto Alegre: Sulina, 2009. [Baixar e-book]

SANTAELLA, Lúcia. Da cultura das mídias à cibercultura: o advento do pós humano. Disponível em: <http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistafamecos/article/viewFile/3229/2493>.

THOMPSON, John B. A nova visibilidade. Disponível em: <http://www.matrizes.usp.br/ojs/index.php/matrizes/article/viewFile/40/pdf_22>.

WOLTON, Dominique. Pensar a comunicação. Brasília: Editora da Universidade de. Brasília, 2004. [Baixar e-book]

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Motorola Xoom ou iPad 2?

A tecnologia inaugura uma nova era da computação móvel, os smart tablets. Mas qual o melhor smart tablet?

Motorola Xoom

Motorola Xoom

Motorola Xoom

O Motorola Xoom é o mais novo smart tablet da Motorola. O equipamento vem com Android 3.0 Honeycomb, possui tela touch 10.1″ HD widescreen com resolução de 1280 X 800, saída HDMI, conexão de dados 4G LTE, wifi, webcam 2MP integrada, câmera 5MP integrada, memória RAM de 1Gb, processador Nvidia Tegra 2 Dual-Core 1GHz e memória interna de 32Gb expansível por cartão SD.

Além do hardware extremamente robusto, outra vantagem do Motorola Xoom é o sistema operacional Android 3.0 Honeycomb, desenvolvido pelo Google especialmente para smart tablets, com uma bela interface, navegação intuitiva e desempenho satifatório. O Android Market disponibiliza também aproximadamente 130.000 apps para download para os usuários, entre aplicações pagas e gratuitas. Outras novidades são: o app do Google Maps 5.0 em 3D, o acesso a mais de 3 milhões de eBooks por meio da loja virtual e o Google Talk com video chat.

iPad 2
iPad 2

iPad 2

A Apple sai na frente mais uma vez e lança a nova versão de seu smart tablet, o iPad 2. O equipamento vem com o Apple iOS, possui tela touch 10.1″ com resolução 1024 X 768, não possui saída HDMI, o que causa a perda de qualidade para saídas externas e video, conexão de dados 3G, wifi, webcam 2MP integrada, câmera 5MP integrada, memória RAM de apenas 256Mb, outro ponto fraco do equipamento, processador A5 Dual-Core e memória interna de até 64Gb não expansível.

A grande vantagem do equipamento da Apple são os mais de 350.000 apps da Apple Store. Outro diferencial em relação ao concorrente da Motorola é o preço, cerca de US$ 499, contra US$ 600 do Motorola Xoom.

PRÓS E CONTRAS

  • A grande vantagem da Apple sobre a concorrente Motorola são os mais de 50.000 apps desenvolvidos exclusivamente para o iPad 2, enquanto a Motorola oferece aos usuários apps criados para smart phones e versões anteriores do Android.
  • Outro diferencial do tablet de Steve Jobs é o preço: U$ 499 do iPad contra US$ 600 do Xoom.
  • Apesar do valor mais alto, o Motorola Xoom apresenta desempenho superior ao tablet da Apple, principalmente no que diz respeito ao processamento e memória RAM, sendo esta quatro vezes maior que a do iPad.
  • Além da memória RAM maior, outra vantagem é o processador Nvidia Tegra 2 Dual-Core 1GHz, desenvolvido exclusivamente para a obtenção de excelentes resultados gráficos para jogos e interfaces.

Qual o melhor smart tablet? Faça um test drive e tire suas conclusões.

REFERÊNCIAS

APSE, Will. Motorola Xoom vs The iPad vs iPad 2. Which is the Best? Disponível em: <http://hubpages.com/hub/motorola-xoom>. Acesso em: 19 Abr. 2011.

MOTOROLA. Motorola Xoom. Disponível em: <http://www.motorola.com/Consumers/US-EN/Consumer-Product-and-Services/Tablets/ci.MOTOROLA-XOOM-US-EN.overview>. Acesso em: 19 Abr. 2011.

Quem nunca brincou de LEGO?

Quem nunca passou a tarde montando carros, casas e aviões de LEGO?

LEGO Digital Designer

LEGO Digital Designer

A LEGO criou um aplicativo que permite fazer suas próprias criações utilizando as peças do brinquedo. Estão disponíveis as principais peças dos kits nas cores padrão. É possível construir qualquer coisa utilizando as ferramentas disponíveis na aplicação, da mesma forma que se faz com o brinquedo original, e você ainda pode compartilhar suas criações na galeria on-line com outras pessoas.

Além da opção de construção estilo Sandbox também é possível comprar o brinquedo que você montou na aplicação. Infelizmente esta opção é limitada aos EUA e Europa.

De qualquer forma, vale a experiência de poder montar, criar e construir, e o melhor de tudo: sem precisar juntar as peças ao final da brincadeira.

Download do aplicativo LEGO Digital Designer.